terça-feira, 7 de setembro de 2010

Semana da Poesia no Belas


Neste mês de Agosto, o Belas Shopping preparou mais uma surpresa para si: a Semana da Poesia no Belas. De 25 a 29/08, o Lev´Arte, um dos mais renomados grupos de Poesia de Angola, vai circular pelo shopping, no horário das 20h às 21h, a declamar os poemas de seu mais recente livro.
Enquanto faz as suas compras, você aproveita para assistir às apresentações cheias de sentimento deste talentoso grupo.
Não deixe de vir. Além das melhores compras, o melhor da cultura angolana também espera por si.



Fonte: www.belasshopping.com

Kardo Bestilo

Co-fundador do LevArte

O ENGENHEIRO POETA

Kardo Bestilo, 33 anos, é um dos fundadores do Movimento Lev’Arte, movimento literário que utiliza a poesia como veículo para uma sociedade mais justa e humana. Autor do livro Controverso, Kardo é engenheiro na área das telecomunicações e poeta.


O livro Controverso da autoria de Kardo Bestilo foi lançado a 31 de Janeiro de 2007, em Luanda. Nesse dia, nascia um novo escritor angolano e simultaneamente o primeiro escritor do movimento Lev’Arte. O projecto, que conta agora com três anos, é um movimento poético que procura oferecer momentos de lazer, declamação de poemas e reflexão em Luanda. Hoje em dia, é também um dos mais fortes agentes culturais da cidade, procurando estimular a leitura, a escrita, mas também a solidariedade e humanização da sociedade. Kardo Bestilo conta-nos a história de um movimento de jovens que se bate pela arte. Esta é uma viagem ao mundo levarteano.


O Lev’Arte fez este mês de Julho três anos. Vamos recuar no tempo. Como surgiu o projecto?

O projecto começou em 2006 com a ideia base de “levar a arte até si”. Seis pessoas, com uma média de idades de 27 anos e alguma experiência ao nível associativo nas escolas, identificou a necessidade de criar um projecto que conseguisse “levar a arte” mais próximo das pessoas. Estava nos nossos horizontes a procura de novos talentos, o interesse em congregar valores jovens que se iniciavam nas artes literárias, e incentivar o gosto e interesse pela leitura. Assim nasceu o Lev’Arte, um projecto sem fins lucrativos mas com muito consumo de energia humana. A sua origem está na necessidade de contribuir para a humanização da sociedade e na ideia de fazê-lo através da arte, tornando-nos nesse processo pessoas melhores. A 20 de Julho de 2006 iniciámos no Kings Club os nossos eventos. O grupo foi crescendo e, neste momento, temos 33 membros inscritos e cerca de 50 amigos que acompanham as iniciativas.


Actualmente qual é a vossa missão?

Incentivar o gosto pela leitura e a escrita, cooperar com outras associações, trabalhar com escolas para incentivar esse gosto, levar a poesia mais próximo dos leitores, contribuir para o crescimento dos poetas, realizar palestras em escolas. Também fazemos trabalhos de solidariedade em lares, por exemplo. Em Janeiro deste ano, começou o projecto “Faça uma criança feliz”. Neste evento, as crianças declamam, cantam, dançam, fazem teatro e tem também a componente de levarem um donativo para outra criança. É necessário preparar as pessoas para a solidariedade, e começar este caminho pelos mais novos.


A sociedade angolana é solidária?

Penso que como sociedade temos as folhas da solidariedade secas. Nas ruas passamos por seres humanos caídos nos passeios, pedintes, e não ligamos. Fica a fazer parte do nosso mobiliário e torna-se um hábito. Histórica e culturalmente acredito que somos um povo solidário, mas claro que o processo atroz de uma guerra deixa as suas consequências. O disparo de uma arma, para muitos de nós, ainda não é algo fora do comum. Há necessidade de mudar isto. E deve começar em nós, não podemos estar à espera que alguém faça algo. Perdeu-se alguma confiança ao próximo, há muita descrença. E de tanto não confiarmos nos outros acabamos por não acreditar sequer em nós próprios. A nossa missão no Movimento Lev’Arte é fazer acontecer, realizar projectos que visem resgatar a solidariedade e isso deve ser feito ao nível nacional. O país está a caminhar a uma velocidade fora do normal. Nos anos 80, falava-se a respeito da Europa, do Ocidente que os vizinhos não se conheciam, as famílias não se viam. Hoje estamos numa fase mais acelerada do que isso, andamos numa corrida frenética pelo “eu” imediato. É preciso destruir essa tendência. Temos de praticar pequenas e médias acções para poder sustentar uma Angola mais solidária, como todos dizem querer.


O Lev’Arte é um movimento feito por jovens para todos. Quais as principais preocupações dos jovens angolanos?

Penso que residem na formação e logo a seguir no conseguir um emprego. O problema da habitação está também muito presente e a questão da saúde.


Onde fica a solidariedade, a preocupação com o próximo no meio de todas as outras preocupações?

Onde há cultura e arte surge a solidariedade. Agora, sem dúvida que muitas pessoas escolhem o caminho mais fácil. Mas há várias formas de ser solidário, e é importante procurar esse caminho porque “humaniza-nos” , torna-nos pessoas melhores.


Quando entra a poesia na tua vida?

Foi muito recente. Lembro-me apenas de quando era pequeno fazer poemas na escola para o Dia do Pai Lia, isso sim muito sobre história. Estive a estudar fora, no Reino Unido, e a poesia só surgiu quando voltei a Angola, em 2004, e comecei a frequentar eventos onde se declamava poemas. Nessa altura descubro que não sabia nada de poesia.

Para mim, poesia tinha de rimar. Era muito influenciado pela vaga ideia que tinha do que eram os sonetos lidos na infância. Apaixonei-me pela alma e história da poesia de Florbela Espanca e pela multipersonalidade da poesia de Fernando Pessoa. Li poemas de escritores brasileiros como Assis e Carlos Drummond de Andrade. Tentei perceber a diferença da palavra na mão de um poeta e na mão de alguém comum.


E o que descobriste?

Descobri que a poesia está em tudo. Quando se lê um poeta aprendemos muito sobre a história de um país e, em alguns autores, do mundo também.


Depois surgiu o livro. Aos 30 anos publicas o Controverso…

Em 2004, assisti a vários eventos do projecto Artes ao Vivo e vi que havia muitos jovens com talento. Achei que poderia passar para outra etapa e fazer uma colectânea de poemas, convidando alguns jovens a participar. Acredito que muitas das coisas tem de ser feitas por exemplo, então decidi eu avançar com o livro Controverso, para dar mais coragem aos outros. Este livro foi um projecto estruturado desde a sua concepção. Sendo da área das ciências exactas e com o sistema de educação que tive, defini logo metas. Iria escrever 90 poemas, um por dia. No final dos 90 dias teria o meu livro. Acabou por não acontecer nada disto. Foram publicados 131 poemas, 120 da minha autoria e 11 de poetas convidados. Havia também várias pessoas a trabalhar neste sentido: a capa foi feita por uns, o prefácio por outros, alguns dos textos são da autoria dos tais autores que convidei.


O livro tem a particularidade de ter sido vendido antes da sua própria edição. Que ideia foi esta?

Decidimos começar a vender o livro, enquanto ainda estava a ser feito, às pessoas que acreditavam nesta nova vaga de talento que estava a surgir. Era necessário que as pessoas à nossa volta, os amigos e familiares dos autores acreditassem. Por isso mesmo, o livro foi patrocinado pelos seus próprios leitores. Em Janeiro de 2007, fizemos o lançamento e agradecemos às pessoas que acreditaram e apostaram neste livro. Foi um desafio, uma resposta à tendência de não confiar no próximo.


Na faculdade estudaste Engenharia Electrónica e Gestão. Porquê?

Tinha boas notas a Física e Matemática. E fui encaminhando tudo nesse sentido. Saí de Angola, fui para o Reino Unido e comecei a perceber a beleza da electrónica, e a ver que me podia ajudar na realização de alguns sonhos. Nesta altura ainda não escrevia.


Como se vive a aparente contradição entre ser poeta e engenheiro?

É controverso. Tal como antes dizia-se que o ballet não era para homens. Não existem ciências exactas sem coração. Tal como não existe coração sem mente.


Um dos objectivos que a Lev’Arte traça é levar a poesia para as zonas rurais. Como está a decorrer?

Temos passado timidamente por algumas províncias como Malange. Estamos a fortalecer o pólo de Viana para avançarmos para Cacuaco. Antes de expandir precisamos de consolidar em Luanda, que está mais ao nosso alcance, para depois conseguirmos projectar para as restantes províncias mais distantes. Batalhamos também pela consolidação deste projecto que se transformou num movimento. Como dizemos sempre, onde há ar há espaço para a arte.


Quais são os principais obstáculos que impedem que a poesia seja mais projectada?

Espaços com condições para a realização de um evento de poesia ao vivo. As livrarias também. Isto tudo é um ciclo que é sustentando pela leitura. Para melhor escrever e falar é preciso ler. É preciso outra dinâmica na gestão das livrarias.Por exemplo, porque razão não se fazem lançamentos de livros nas livrarias? A cultura de compra de livros é um obstáculo. Há livros de 500 a 1000 kwanzas que não são comprados, mas grades de cerveja e saldo de telemóvel são vendidos aos milhares todos os dias. Também era preciso haver uma melhor política de importação de livros, que faria baixar um pouco o preço. Os livros deviam ser subvencionados. Estamos a trilhar um caminho para chegar a excelência enquanto país e devíamos alimentar isso facilitando o acesso ao conhecimento.


Como pode a Lev’Arte ajudar um jovem escritor ou poeta?

Em primeiro lugar, estamos a crescer e a trazer cada vez mais pessoas às nossas iniciativas. Em 2006, cerca de 2000 pessoas assistiram aos nossos eventos; este ano de 2009 já vamos em 10.000 e esperamos chegar às 18.000 no final do ano. Temos um laboratório vivo nos nossos encontros. O jovem tira um poema da gaveta e partilha com o público, com as cerca de 150 pessoas que vão aos nossos eventos. Pode daí retirar um feedback imediato daquilo que é o seu trabalho, qual a recepção que tem no público. Incentivamos a partilha de experiências. Damos apoio a pessoas que trazem textos e querem transformá-los em livros, dando a nossa apreciação. Apoiamos também na fase de lançamento dos livros. Fazemos com que o sonho de um jovem escritor se torne realidade. Nós fazemos acontecer.

Joana Simões Piedade
30 de Julho de 2009
Fonte: www.opais.co.ao

Mátria

Nguimba Ngola lançou o seu primeiro livro de poesia na União de Escritores

Mátria é um livro que nos leva para o imaginário poético de um país visto por uma das novas promessas da literatura angolana. Nguimba Ngola já tinha diversos poemas publicados, no extinto semanário A Palavra, no livro Contorverso de Kardo Bestilho, suplemento Vida Cultural do Jornal de Angola, entre outros.

Na cerimónia de lançamento estiveram diversas personalidades ligadas ao mundo das letras, tendo o escritor Mário Rui recitado um poema do autor.

Natural do Bié, Nguimba Ngola é o pseudónimo do cidadão Isalino Nguimba da Cruz Augusto, um jovem que começa agora a caminhar pelo caminho das palavras. O livro foi editado pela Arteviva, Edições e Eventos Culturais, tendo sido apresentado no centro de Luanda, no espaço da União de Escritores Angolanos.

Cristina Barata
Fonte: www.opais.co.ao

Poesia em grande estilo

O movimento Levarte organizou o “Grande Show da Poesia”, uma forma de incentivar à leitura e ao convívio com a arte

O movimento Levarte não conhece paragens nem abrandamento na sua missão, e continua a trilhar o seu caminho no sentido de levar a arte nas suas diversas formas até ao público.

Nos eventos que o grupo tem organizado nos últimos tempos, com assinalável regularidade, destaque para o “Grande Show de Poesia” que decorreu no passado dia 10 de Outubro numa sala do Hotel Trópico, em Luanda.


A noite era de gala e os presentes vestiram-se a preceito para a grande noite de festa. Para além da poesia, houve tempo para a música, dança e teatro, num convívio que aproximou pela arte as várias dezenas de participantes do encontro.


Vários poetas de todas as idades, o trovador Zé Kafala e o Colectivo de Arte Tata Yetu foram alguns dos principais atractivos do evento.

Todos aqueles que se deslocaram até ao Hotel Trópico na compra do bilhete de entrada receberam de oferta um livro da autoria de um escritor angolano. Entre os livros para oferta constavam “O Neo-realismo na Poética” de Agostinho Neto, de Júlia Talaia, prémio Sonangol revelação 2008, “Uma Maria João e uns Knunca”, de Luís Rosa Lopes, “Matria”, de Nguimba. Ngola e “Controverso”, de Kardo Bestilo.


Esta oferta foi uma forma de “incentivar as pessoas e dar-lhes a oportunidade de praticar o exercício da leitura e enriquecer a sua cultura”, referiu a organização.

Joana Simões Piedade
29 de Outubro de 2009
Fonte: www.opais.co.ao

sábado, 28 de agosto de 2010

PALAVRAS chega ao Lubango


DIVULGAÇÃO NACIONAL DA PRIMEIRA OBRA LITERÁRIA DO

MOVIMENTO LEV´ARTE

O LIVRO QUE FALTAVA PARA COLORIR A TUA MENTE E PREENCHER A TUA BIBLIOTECA



COM UMA SÓ PALAVRA ESCREVE-SE UM POEMA

EM UMA SÓ PALAVRA, ENCONTRA-SE UMA HISTÓRIA

PALAVRA FALADA

PALAVRA ESCRITA


PALAVRAS


Dentro do Programa de Leitura do Clube de Leitores do Movimento Lev´Arte, o LEV´ARTE estará na província da Huíla hoje 28/08 e amanhã 29/08 para apresentações, venda e sessões de autógrafos do livro "PALAVRAS" resultante do Projecto Mistura 2007 que foi lançado recentemente no Restaurante Miami na capital do País "Luanda".

De acordo com o Secretário Executivo do Movimento Lev´Arte, Kiocamba Cassua, o Programa de Leitura prevê levar numa primeira fase o livro "PALAVRAS" a nove capitais de províncias e conseguir criar parcerias estratégicas em pelo menos cinco das nove províncias visitadas.

"O nosso objectivo é conseguir também ter uma abrangência de 30 - 60% de participação nacional do Projecto Mistura 2011, que vai resultar num livro que cada vez mais leitores nacionais e não só vão se poder rever, e dos projectos mistura deverão nos próximos anos emergir novos talentos como também rescrever velhos talentos." Kardo Bestilo, Coordenador Geral do Movimento Lev´Arte.

De acordo ainda com Kardo Bestilo, para o Projecto Mistura 2010 que arranca oficialmente dia 11 de Setembro de 2010 no Evento Poesia à Volta da Fogueira vai contar com a participação do Lev´Arte Brasil e de amigos levarteanos espalhados pelo mundo e em particular Portugal.

"O Projecto Mistura é um laboratório da escrita vivo, onde os participante podem interagir com novatos, experientes e mentes super criativas e ver o resultado desta interacção em poucas horas. Eu acredito que o facto de vermos e sentirmos sair de nossas veias versos que não tínhamos inicialmente arrancado, faz com que a nossa mente se espante com o seu proprio resultado e vamos nos mantendo sincronizados e motivados. O Projecto Mistura não puxa apenas pelo exercício da inspiração, os misturadores e poetas são forçados a pesquisar e ler sobre assuntos fora do seu escopo habitual para poderem atender aos encontros na ponte e responder aos trabalhos de casa." Kardo Bestilo

E quais são os objectivos do LEV´ARTE?

Lev´Arte é um Movimento Literário que tem a Poesia como ponte e veículo de deslocação para atingir os seus fins.

1. Incentivar a leitura, a escrita, a criatividade artística e o gosto pela literatura;

2. Humanizar o comportamento das pessoas através da arte;

3. Publicação de obras cientifico-literárias;

4. Levar a arte cada vez mais próxima dos seres humanos;

5. Promover o intercambio cultural entre os destintos actores da arte a nível global;

6. Divulgar e realizar acções socio-culturais. Criações Literárias.

Para mais informações sobre como pode participar no Projecto Mistura 2010:
ligue: (00244) 917 05 15 50 ou 927 00 17 80
email: eusoulevarte@gmail.com

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dia Mundial da Poesia 2010



O Lev’ Arte é um Movimento Literário que tem a Poesia por ponte e veículo de deslocação para atingir os seus fins; tem por objectivos o incentivo à leitura, criatividade artística, ao gosto pela literatura, bem como a criação de condições para o surgimento de novos talentos literários e a publicação das suas produções artísticas. No dia 21, data promulgada pela UNESCO para ser celebrada como Dia Mundial da Poesia, os levarteanos brindaram a plateia com muita animação.

O que algumas vozes disseram sobre a poesia:

A poesia como manifestação artística e subjectiva, de interpretação personificada e individualista é, num outro ângulo, uma terapia do ego. É uma breve viagem aos recônditos do íntimo. Uma contemplação espontânea do indivíduo relativamente a si próprio. A poesia traduz forte sensação de lazer, e guerra ao mesmo tempo; traduz uma esperança bailarina que não exclui o prazer de dançar com o desespero no mesmo recinto de encenação que é o papel. A poesia traduz os sentidos ausentes no presente; celebra o elo do passado com o futuro. (João Papelo)

A poesia, no seu sentido mais restrito, parte da linguagem verbal e, através de uma atitude criativa, transfigura-a da sua forma mais corrente e usual (a prosa), ao usar determinados recursos formais. Em termos gerais, a poesia é predominantemente oral - mesmo quando aparece escrita, a oralidade aparece sempre como referência quase obrigatória, aproximando muitas vezes esta arte da música. (Wikipédia)

"Mas o que vou dizer da Poesia? O que vou dizer destas nuvens, deste céu? Olhar, olhar, olhá-las, olhá-lo, e nada mais. Compreenderás que um poeta não pode dizer nada da poesia. Isso fica para os críticos e professores. Mas nem tu, nem eu, nem poeta algum sabemos o que é a poesia." (Garcia Lorca)

"A poesia é a arte de materializar sombras e de dar existência ao nada." (Edmund Burke)

"A poesia é a música da alma, e, sobretudo, de almas grandes e sentimentais." (Voltaire)

“Doce poesia

Rosto opaco
Olhar subjectivo
Signos de Paz
Caminhos da alma
Na mudez da noite
Rasgada na Mente
Labirinto de Amor
Suor da caneta
No papel da Mente
Oh doce poesia”
(Nguimba Ngola in Mátria)

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Assim será POESIA…


1

Terça-feira, 27/10/2009

Poesia com Artes ao Vivo no Bahia

Local: Restaurante Bahia

Hora: 20h30

2

Quinta-feira, 29/10/2009

Poesia no Chá “Amigos de Zeisolde x Amigos de Kiocamba”

Traga: Um caderno, um livro, um jogo de lapiseiras, etc.

Vamos ajudar uma criança a Ler, Escrever, a Criar...

Poesia com Movimento Lev´Arte no Chá

Local: Cine Nacional Teatro “Chá de Caxinde”

Hora: 18h30

3

Sábado, 31/10/2009

Tarde de Poesia

Poesia com Movimento Lev´Arte em Luanda

Local: Casa da Juventude em Viana

Hora: 16h00

Linha da Arte: (+244) 927 00 17 80